Pesquisadora: Maira Cristina Schuster

Pesquisadora: Maira Cristina Schuster

Orientador: Pedro Valério Dutra de Moraes

Titulo do Projeto de Pesquisa: COMPETITIVIDADE RELATIVA DE CULTURAS ANUAIS EM CONVIVÊNCIA COM PLANTAS DANINHAS

Descrição:

A planta é intitulada por daninha quando estiver interferindo de forma negativa em um objetivo humano. Uma espécie cultivada, pode ser assim considerada quando estiver “invadindo” a área de outra cultura, como o milho na cultura da soja, por exemplo (SILVA, 2009).

Estas plantas possuem adaptações diferenciadas que permitem a disseminação a curta e longa distância, rápido crescimento vegetativo,, grande produção de propágulos, germinação em fluxos, se adaptam a condições ambientais pouco favoráveis, e são dotadas  de alta capacidade competitiva, devido aos hábitos trepadores, serem estoloníferas e pela atividade alelopática que exercem.

Por possuírem tais características, nas lavouras, estas plantas causam prejuízo econômico de 20-30% do custo de produção quando seu controle não é realizado eficientemente. Estas espécies podem ainda reduzir o valor comercial de produtos, causar intoxicações em animais, e muitas espécies como tiririca (Cyperus rotundus) e a losna-brava (Artemisia verlotorum) podem desvalorizar a propriedade (SILVA, 2009).

Quando espécies daninhas emergem juntamente com culturas anuais,  uma ou outra espécie obterá vantagem, pois competirão pelo mesmo espaço físico, água, nutrientes e radiação solar.

A competição é o recrutamento conjunto de recursos essenciais para o desenvolvimento, feito por duas ou mais plantas em um ecossistema comum. Ao observar a capacidade da planta em mobilizar nutrientes do solo, leva-se em consideração as concentrações necessárias para manter a atividade metabólica e o porte da planta, pois são fatores que influenciam na concorrência entre a comunidade infestante e cultura agrícola (VARGAS e ROMAN, 2008).

Este projeto visa através da semeadura de plantas daninhas em conjunto com plantas anuais, em variadas  proporções, estabelecer a capacidade competitiva entre elas, determinando seu grau de competição, auxiliando deste modo possíveis estudos na área de controle de plantas daninhas.

 

Referencias:

LORENZI, H. Plantas daninhas do Brasil. 4.ed. Nova Odessa, SP. Instituto Plantarum, 2008. 639 p.

SILVA, A. A., SILVA, J.F. Tópicos em manejo de plantas daninhas. 1.ed. Viçosa, RS. UFV, 2009. 367p.

VARGAS, L., ROMAN, E. S. Manual de manejo e controle de plantas daninhas. 1.ed. Passo Fundo, RS. Embrapa Trigo, 2008. 780p.

 

 

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